A EMEF Wladimir Piza virou palco ontem — e que palco!

Não tinha praticável, não tinha coxia, não tinha ribalta. Tinha chão de escola, crianças sentadas bem pertinho, o espaço aberto lá atrás — e Seu Nilo e Pedrinho fazendo o que sabem de melhor: transformar qualquer lugar em teatro.

Foi ontem, 14 de maio, que a EMEF Wladimir Piza recebeu “O Fim que Vira Começo que Vira” numa apresentação que provou, mais uma vez, que o palco é onde a história acontece — e a história aconteceu com tudo. O acordeom afinado, o violão presente, e uma plateia que não deixou escapar uma nota sequer.

As crianças estavam tão perto que dava pra ver cada sorriso, cada olhar de descoberta, cada instante em que a mensagem de Seu Nilo e Pedrinho pousava certeira. Reciclagem, economia circular e afeto entre gerações — tudo isso chegou sem filtro, sem distância, na melhor versão do teatro: o de pele a pele.

Saímos da Wladimir Piza com o coração cheio e a certeza de que, onde quer que o espetáculo chegue — com palco ou sem —, a magia não falha. A temporada segue, e a próxima parada já está quase aí!